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Diário de Viagem
A beleza selvagem da Nova Zelândia
 
Henry Daniel Ajl
 
Henry Daniel Ajl /Especial para Terra
Os fiordes ocultam santuários naturais
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Para os aventureiros, a Nova Zelândia é um imenso parque de diversão. Formada por duas ilhas maiores - a Norte e a Sul - e por uma dezena de ilhas menores que se estendem quase até a Antártida, Aotearoa (como o país é chamado pelos ancentrais Maoris) oferece uma infinidade de atividades para os viajantes.

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Se você curte mergulho autônomo, por exemplo, não deixe de conhecer as belezas do Parque Marinho de Poor Knights, que fascinou o explorador francês Jacques Custeau. Se a sua praia é caminhada, que tal um trekking pelos vulcões do Parque Nacional de Tongariro? Os mais arrojados podem se divertir subindo os paredões do Parque Nacional de Monte Aspiring ou escalando as encostas nevadas do lendário Monte Cook, palco de façanhas de mitos do alpinismo mundial. Enfim, uma Disneylândia para aventureiro nenhum botar defeito.

Mas não são apenas os aficcionados em adrenalina que se maravilham com a Nova Zelândia. O país é um paraíso para biólogos e pesquisadores. Acredita-se que estas ilhas sejam fragmentos do antigo continente meridional de Gondwalanand e que teriam se desprendido do mesmo há mais de cem milhões de anos.

Este acontecimento resultou no completo isolamento da flora e fauna da região, transformando-a em um santuário de animais e vegetais raros. Um exemplo disso é o kiwi, um pássaro terrestre que perdeu as asas durante o seu processo evolutivo em razão da inexistência de predadores que o ameaçassem. Um verdadeiro tubo de ensaio do evolucionismo Darwiniano!
 

Redação Terra