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Londres se presta também a ser uma espécie de encruzilhada da chamada música étnica, ou world music.
Uma espiada rápida na agenda de shows mostra, por exemplo, que aqui se cruzam da voz evocativa do malinense Salif Keita às canções de protesto do chileno Angel Parra, das composições de Ary Barroso cantadas por Marília Pêra ao som melodioso da cantora neozelandesa Bic Runga, de ascendência maori e chinesa.
A programação de concertos clássicos e as temporadas de ópera são sempre concorridíssimas, atraindo os músicos, maestros e elencos mais conceituados do planeta.
A capital é toda ouvidos.
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