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A oferta - e milhares de frequentadores por noite mostram que existe demanda -, permite que a moçada sue o modelito nas pistas de dança sete dias por semana.
Embora em essência reflita a vida jovem londrina, a atividade não exclui necessariamente os mais velhos.
Os estilos musicais são os mais abrangentes: vão do easy listening de Burt Bacarach ao drum¿n¿bass do DJ da hora, do trip hop ao ragga, do trance ao loungecore.
Uma característica desses clubes é que eles alternam o estilo a cada noite.
Uma danceteria gay, por exemplo, pode muito bem programar uma ou outra noite que atraia um público basicamente hereterossexual.
O que um dia é trash metal, no outro pode ser new age.
Algumas festas famosas também costumam ser itinerantes.
Os iniciados já conhecem os truques. Os iniciantes, precisam recorrer aos guias semanais de entretenimento, como a revista Time Out (veja os "links" no alto da página), ou se informar em lojas de discos especializadas para não acabar dançando em descompasso.
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