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Madonna não apareceu, mas lá estavam de Mick Jagger a Damon Hill, do primeiro-ministro Tony Blair a Jarvis Cocker, de Yoko Ono ao designer Alexander McQueen.
Indiscutivelmente, o mega-projeto de mais de 140 milhões de libras foi o investimento mais importante em uma instituição artística britânica, desde a construção do National Theatre, em 1976; e, provavelmente, o de maior impacto no século 20.
A Tate Modern é um milagre da multiplicação.
O novo museu nasce do desmembramento de uma das galerias mais queridas dos londrinos e turistas: a Tate Gallery, que atraía mais de 2,5 milhões de visitantes por ano mas há anos sofria de falta de espaço e, por isso, era constrangida a expor uma pequena fração da coleção.
Rebatizada de Tate Britain, ela passa a ser o repositório da arte britânica, desde o século 16 aos dias de hoje.
Picasso, Matisse, Mondrian, Duchamp, Salvador Dalí, Giacometti, Pollock, Rothko, Francis Bacon e Andy Warhol, entre dezenas de grandes nomes das artes do século 20, atravessaram o Tâmisa e agora habitam o prédio onde funcionou uma usina elétrica.
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