| BBC Brasil |
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| Erguido nos anos 40, o prédio foi transformado para o século 21 |
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A imponente construção concebida nos anos 40 pelo arquiteto Sir Giles Gilbert Scott (o mesmo que criou as cabines telefônicas vermelhas, cartão postal de Londres) e desativada no início dos anos 80, foi convertida na nova Tate pelos arquitetos suíços Herzog e de Meuron, até então ilustres desconhecidos.
O resultado é imponente - tanto o vastíssimo espaço interno (com galerias de vidro que emergem das paredes de concreto) quanto a rigorosa estrutura externa (que à noite, ganha um toque especial com a iluminação dos andares de vidro adicionados pelos arquitetos suíços).
A Tate Modern tem a intenção de estender seus interesses para além da fronteira das artes plásticas (abrindo espaço também para cinema, dança, arquitetura e design) e para além da linha imaginária que costuma alienar dos grandes museus e galerias dos países desenvolvidos a arte produzida no resto do mundo.
O primeiro passo nesta direção foi dado no início de 2001 com a mostra focalizada em 9 cidades de diferentes continentes que, em algum momento do século 20, foram consideradas fontes de influência. Um dos destaques foi o Rio de Janeiro dos anos 60.
As duas Tate mantêm o acesso gratuito, exceto para as exposições temporárias.
Um serviço de barco cobre o percurso entre as duas galerias.
Na opinião do escultor Antony Gormley, a Tate Modern "aponta para um novo mundo, uma nova cultura que nasce das cinzas da revolução industrial".
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