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Será que a arte produzida nos dias de hoje na Grã-Bretanha resistirá à passagem do tempo?
Será que nomes consagrados na atualidade, como David Hockney, Francis Bacon, Lucian Freud, e estrelas ascendentes como Damien Hirst, Chris Offili, os irmãos Chapman, Tracey Emin, Marc Quinn e Sarah Lucas imprimirão marca indelével na história das artes plásticas?
Só o tempo dirá. Enquanto isso, pode-se avaliar o trabalho desses, e de outros artistas, nas galerias londrinas consagradas ao melhor da arte contemporânea e de vanguarda.
Algumas são públicas, como a Serpertine, a Whitechapel, o Instituto de Artes Contemporâneas (ou ICA), a Hayward (que está passando por uma reforma) e a Royal Academy of Arts (a Real Academia de Artes). Outras, galerias privadas, como White Cube, Lisson Gallery, Proud Gallery, Photographer's Gallery e a Saatchi Gallery.
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