| Elisa Haetinger/vc repórter |
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| No complexo, somente o imperador, sua família e os empregados podiam entrar nas dependências |
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Situada no centro de Pequim, na China, a Cidade Proibida é um dos maiores complexos do mundo e recebe milhares de turistas todos os anos. Com quase 10 mil aposentos em 72 hectares, os palácios dessa pequena cidade foram construídos entre 1406 e 1420 e lá moraram e governaram 24 imperadores.
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As duas dinastias que reinaram foram Ming (1368 - 1644) e Qing (1644 - 1911). O complexo recebeu esse nome porque somente o imperador, sua família e os empregados podiam entrar nas dependências.
A Cidade Proibida tem quatro torres de vigia, uma para cada canto, e quatro entradas: a Porta do Meridiano, a Porta da Vontade Divina e as portas Floridas de Este e de Oeste. Segundo a crença chinesa, o local foi escolhido porque ficava no centro do Universo e a linha do meridiano passava pelo meio do complexo.
O último imperador da China foi Pu Yi, que foi deposto em 1911, com 5 anos de idade, durante a Revolução Chinesa. Depois disso, foi instaurada a República Popular da China.
No ano seguinte, a Cidade Proibida foi aberta ao público para visitação. Atualmente, o ingresso custa 40 Renmimbi ou yuan (¥), moeda chinesa, e equivale a R$10.
Ao chegar à bilheteria, é possível adquirir, por mais ¥ 40, o guia automático, um gravador com fone de ouvido que vai contando a história do local na língua escolhida pelo turista, enquanto se passeia pelo maior complexo de palácios do mundo.
A internauta Elisa Haetinger, de Santana de Parnaíba (SP), esteve em Pequim e participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.
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