| Luiz Henrique Barretto/vc repórter |
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| Em toda a cidade, as estátuas foram espalhadas para aproximar a arte da população |
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Quem anda pelas ruas de Shanghai, na China, se surpreende com mais de mil estátuas espalhadas pela cidade. São livros com rosto, conjuntos musicais e filas de pessoas feitas de bronze, afixadas nos condomínios, parques, shoppings e estações de metrô. Até 2010, o plano urbanístico deverá ter mais de 5 mil estátuas e esculturas urbanas, incluídas as 100 de maior destaque.
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A idéia é apresentar a cidade como moderna e cosmopolita, além de melhorar sua paisagem, levar mais arte para a população e transformar essas "intervenções urbanas" em verdadeiras atrações turísticas.
O número de roubos é pequeno devido ao seu tamanho. Mas, para preveni-los, a maioria das estátuas são equipadas com um alarme anti-roubo. Pichações são raríssimas e o governo da cidade pede que os moradores denunciem qualquer tipo de vandalismo.
Segundo uma pesquisa realizada pelo Escritório Administrativo de Planos Urbanísticos de Shanghai, apenas 10% das estátuas de rua são consideradas "obras de arte" e o plano é também investir na qualidade artística de cada peça.
Inicialmente, somente o Comitê de Esculturas Urbanas selecionava as estátuas que iriam enfeitar as ruas, porém muitos residentes começaram a reclamar que não entendiam o que elas queriam dizer. A partir disso, nasceu a idéia dos próprios moradores de escolherem o tipo de peça que gostariam de ver e isso começou a ser adotado especialmente nas áreas comuns dos condomínios da cidade.
E não são apenas obras de artistas chineses que podem ser vistas na cidade. Franceses, americanos e alemães também têm suas estátuas espalhadas por lá.
O internauta Luiz Henrique Barretto, de São Paulo (SP), esteve em Shanghai e participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.
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