| Arquivo Pessoal/Ricardo Dias/Especial |
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| Catedral de São Basílio |
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Visitar Moscou é conhecer lugares que remetem ao nosso imaginário como o Kremlin ou a Praça Vermelha, símbolos de uma nação que já foi uma das mais influentes do mundo. Andando por lá você se sente parte de uma história real, a presença de "clones" de figuras históricas, ajudam a criar esse clima. De repente, você se vê pronto para ser fotografado ao lado de Lênin (claro que tudo isso pagando, como acontece em qualquer ponto turístico do mundo).
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Mas fazer um passeio por esses locais é obrigatório para quem visita a capital russa. Assim como, fazer passeios pelas estações de metrô, que além da bela arquitetura, guardam uma curiosidade dos tempos de guerra: são abrigos antinucleares.
Algo que chama a atenção a quem chega às terras russas é a quantidade de álcool ingerida por sua população. Homens e mulheres gostam de beber vodka e cerveja e não é incomum ver pessoas com suas garrafinhas na bolsa, dando goles enquanto andam de metrô.
A caminho da Sibéria
Saindo de Moscou as próximas paradas são Vladimir e Suzdal. Essa última situada na região conhecida como "Anel de Ouro" e marcada por suas igrejas ortodoxas que merecem uma visita especial.
» Veja as fotos: Dos Urais à Sibéria
Depois disso, passando pelos Montes Urais, parte-se para Ekaterinburg. Terra natal do ex-presidente Boris Ieltsin e cidade onde os bolcheviques, em 1918, assassinaram o czar, sua esposa e filhos.
Trinta e oito horas depois chega-se a Krasnoyarsk. Uma das opções interessantes de hospedagem é um hotel-barco. Vale muito mais pela curiosidade do que propriamente dito pelo conforto e beleza. O ponto alto da visita a Krasnoyarsk é uma ida ao Parque de Stolby. A reserva natural fica a cerca de 25 km da cidade. Suas imensas pedras vulcânicas formam uma paisagem de tirar o fôlego. Cabe porém um aviso aos mais afoitos: a altura e a falta de proteção causam acidentes, alguns até fatais.
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